Formas de captação de recursos para inovação


13/05/2015 - Revista Desenvolve SP - 2ª edição

A captação de recursos financeiros é uma fase fundamental para as empresas que pretendem investir em inovação, mas não têm dinheiro suficiente em caixa. Para ser bem-sucedido, o projeto precisa de planejamento e chamar a atenção do investidor. Depois disso, é colocar o plano debaixo do braço e bater nas portas.

Private equity

Investimento destinado ás empresas já consolidadas no mercado, que apresentam elevado faturamento. Nesse tipo de investimento, o empreendedor vende uma participação acionária da empresa em troca de apoio à gestão estratégica do negócio e governança corporativa, além do próprio capital, com objetivo de proporcionar um impulso financeiro a empresa para que ela se prepare para a abertura de capital na bolsa de valores.

Crowdfunding

Modelo recente de captação de recursos. No Brasil, é também conhecido como Financiamento Coletivo. Nessa modalidade, o investimento é realizado a partir de contribuições originadas por meio de doações, sem que os doadores conquistem direitos legais sobre o produto ou empresa financiada.

Financiamento

Modelo tradicional de captação de recursos por meio de instituições financeiras tanto públicas quanto privadas. Nessa modalidade, é possível ter acesso a juros subsidiados por meio das instituições públicas, como a Desenvolve SP, que possui linhas de financiamento para inovação, onde o cliente é dispensando do pagamento dos juros, caso pague as prestações em dia.

Venture capital

Destinado a empresas de pequeno e médio porte que já estão estabelecidas no mercado e apresentam grande potencial de crescimento. O principal objetivo é financiar as primeiras expansões do negócio. Os principais agentes são investidores anjo, pessoas físicas que usam seu próprio capital para comprar partes minoritárias em empresas, e os Fundos de Investimento em Participações (FIP)

Subvenção econômica

Consiste no apoio financeiro por meio da aplicação de recursos públicos por meio da aplicação de recursos públicos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) diretamente nas empresas, visando a compartilhar com elas os custos e riscos inerentes aos projetos de inovação. A fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Finep são exemplos de instituições dessa modalidade.

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